Buscando integrar uma estratégia nacional voltada ao fortalecimento da vigilância baseada em risco e da capacidade de preparação e resposta a emergências em saúde pública, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) participou, nesta sexta-feira (12/06), da oficina-piloto de implementação da metodologia Strategic Tool for Assessing Risks (STAR).
A iniciativa foi realizada em parceria com o Ministério da Saúde e utilizou metodologia desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e implementada na Região das Américas com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destacou que a participação do Amazonas na iniciativa reforça o protagonismo do estado e o compromisso da Fundação com o fortalecimento contínuo da vigilância em saúde.
“Ter o Amazonas entre os estados escolhidos para essa experiência demonstra a capacidade técnica das nossas equipes e reforça o papel estratégico da FVS-RCP na preparação e resposta às emergências em saúde pública. Investir em qualificação e em ferramentas que apoiem a tomada de decisão é fortalecer a proteção da saúde da população amazonense”, afirmou.
Segundo a coordenadora do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Amazonas (CIEVS-AM), Roberta Danielli, a implementação da metodologia representa uma oportunidade de aperfeiçoamento contínuo para a vigilância em saúde no estado.
“A ferramenta STAR fortalece a vigilância baseada em eventos no Amazonas, qualificando os processos de detecção e resposta e ampliando a articulação entre as áreas técnicas. Para o CIEVS e a FVS-RCP, essa experiência representa uma oportunidade de fortalecimento da capacidade institucional frente às emergências em saúde pública”, ressaltou.
A metodologia STAR é uma ferramenta estruturada para avaliação estratégica de riscos em saúde pública, permitindo a identificação e priorização de ameaças, além do planejamento proporcional das medidas de preparação e resposta.
O Amazonas foi selecionado para sediar um dos projetos-piloto em razão de sua posição de fronteira internacional, características socioambientais e desafios logísticos.
A programação incluiu dois dias de atividades, com capacitação da Rede CIEVS, exercícios práticos e participação de áreas técnicas estratégicas e instituições parceiras na análise e priorização dos riscos relevantes para o Amazonas.
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